Tecnologia: Vilã ou aliada?

A tecnologia está presente em todas as atividades que praticamos no dia a dia e quando se fala em educação, a sua necessidade fica ainda mais aparente.

Foi através da internet e de novas tecnologias que a educação conseguiu evoluir, conseguindo transpor barreiras e alcançar locais que nunca antes imaginamos que poderíamos chegar. No entanto, da mesma forma que se tornou uma forte aliada, também se transformou em uma vilã.

De que forma?

Como manter a atenção dos alunos em sala de aula em uma luta diária contra smartphones, celulares, games portáteis, Smartwatchs e tudo o que sai no mercado todos os dias?

Proibir a utilização é praticamente impossível, afinal, eles estão por todas as partes, então a melhor forma de aproveitá-los é trazendo toda essa tecnologia à favor de uma boa educação.

Quer saber como?

Então, a Sponte dá algumas dicas para você.

Vem com a gente!

Os dois lados da questão

Esse assunto já é bastante polêmico há muito tempo, afinal, é melhor proibir o uso, fazendo com que alunos deixem esse tipo de aparelho em casa ou, então, é melhor encontrar uma forma de utilizar suas funções de maneira mais proveitosa?

Como a Sponte tem contato com muitos locais de aprendizado, como escolas de educação infantil, escolas de idiomas, ensino regular, cursos técnicos, pós-graduação entre outras, nós já tivemos acesso à diversas situações tanto de liberação como de proibição total.

Acreditamos que é o excesso que acaba prejudicando o aprendizado do aluno. Coibir a utilização pode causar a sensação de que a instituição de ensino não está ligada às novas tecnologias, porém a permissibilidade total faz com que o aluno perca o foco da informação passada, não conseguindo assimilar o aprendizado como deveria.

São alunos de 13 à 17 anos que apresentam maiores problemas quanto a esse assunto, tanto que a UNESCO lançou uma cartilha de incentivo a utilização de dispositivos móveis dentro de sala de aula.

Em muitas localidades do país, como é o caso de Juiz de Fora, já foram criados decretos de lei que proíbem a utilização em sala, mas isso não deixa os estudantes amedrontados.

Diversas escolas já implementaram punições que vão desde a retirada do aparelho até o final do horário de aula, até a suspenção por 3 dias em caso de reincidência no assunto.

Mas será que essa é realmente a melhor alternativa?

O que sua instituição pode fazer em relação a esse assunto?

A Sponte enxerga como bastante positiva a utilização de tecnologia em sala de aula, pois percebe uma enorme dinamização na educação, conseguindo atender as necessidades de todos os tipos de alunos.

Como bem sabemos, o aprendizado não funciona de uma única forma. Existem alunos que são visuais, outros que são mais auditivos e outros ainda, preferem aprender através da leitura.

O modelo engessado de ensino acaba não tornando dinâmico esse aprendizado, no entanto a tecnologia é capaz de resolver tudo isso em poucos segundos.

Estudar não precisa ser maçante, muito longe disso, ela pode ser muito divertida, você consegue ver essas possibilidades?

Bom, em instituições de ensino de idiomas, os filmes, pesquisas, imagens e até mesmo músicas podem colaborar e muito com o aprendizado. A internet dá todas as possibilidades para que esses recursos sejam utilizados de forma positiva e, muitas vezes, gratuitamente.

Sabemos também das limitações que o MEC impõe com relação ao seu plano de ensino e atividades que devem ser praticas em sala de aula, no entanto a escola pode sim manter o conteúdo programático, sem abrir mão do uso da tecnologia.

Uma das melhores formas de desviar a atenção dos aparelhos celulares é usar os próprios celulares nas aulas, de forma positiva e proveitosa. Por exemplo, sua instituição pode liberar o Wi-Fi com bloqueio de páginas, porém liberando a interface para a prática de atividades.

É claro que será necessário um pouco de investimento, mas talvez seja a melhor alternativa para escolas e instituições que precisam lidar com esse problema diariamente e que, por isso, acabam desfocando professores de dar suas aulas da forma que planejaram.

Excluir de vez a sua utilização não é a melhor alternativa, afinal daqui para frente o que veremos é dia após dia, essa tecnologia entrando muito mais em nossas vidas.

As escolas, sejam ela de qual segmento forem, precisam estar alinhadas e dispostas a revolucionar esse mercado, pois só assim manterão a qualidade do ensino de uma forma interessante.

Por fim, é preciso ouvir o que o aluno tem a dizer. Claro que boa parte deles vão falar que escolas que proíbem a utilização são retrogradas, mas vale uma conversa aberta para escutar suas opiniões.

Muitos deles, no fundo, já entendem essa necessidade e até concordam que os aparelhos desviam a atenção em sala de aula. O que uma instituição pode fazer é entrar em um acordo, liberando a sua utilização nos intervalos de aula e na hora do recreio.

E você, qual sua opinião sobre esse assunto?

Deixe no espaço abaixo, pois queremos ouvir o que você tem a dizer!

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