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Saiba o que mudou no marco regulatório de pós-graduação lato sensu

Existem milhares de cursos de pós-graduação lato sensu no Brasil, sendo necessário uma regulamentação rigorosa para que esses cursos de especialização apresentem uma educação de qualidade. Com esse objetivo, foi aprovado o marco regulatório de pós-graduação lato sensu, acontecimento que causou impactos positivos na educação superior do país.

Neste artigo, apresentaremos quais são as principais novidades dessa nova legislação, de forma que você saiba o que mudou no marco regulatório de pós-graduação lato sensu. Continue acompanhando e esteja informado sobre essas importantes mudanças.

Saiba mais sobre o marco regulatório da pós-graduação lato sensu

O novo marco regulatório de pós-graduação lato sensu foi aprovado em abril de 2018. Essa mudança tem como objetivo fazer uma regulamentação aprimorada dos cursos de especialização, os quais estão em constante expansão no Brasil e precisam seguir determinadas regras a fim de oferecerem uma qualidade de excelência para seus estudantes. Também conhecido como Resolução CNE/CES nº1, esse marco regulatório foi desenvolvido pelo Conselho Nacional de Educação.

Afinal, o que mudou com essa nova regulamentação?

O novo marco regulatório de pós-graduação lato sensu apresenta importantes mudanças para as escolas. Entre essas modificações estão as novas terminologias para os cursos, a alteração na composição do corpo docente e novas regras para a emissão de certificados.

– Os cursos irão apresentar novas terminologias

Segundo as mudanças causadas pelo novo marco regulatório de pós-graduação lato sensu, os cursos de Ensino Superior vão receber novas terminologias. Ou seja, a partir dessas mudanças, também será reconhecido o título de especialista, independentemente de qual é o curso em questão.

O estudante matriculado em um curso de pós-graduação poderá adquirir e aprimorar seus conhecimentos em uma determinada área, além de conquistar um diploma de especialização.

– O corpo docente deverá ter uma nova composição

Com o objetivo de garantir a qualidade dos cursos oferecidos por Instituições de Ensino Superior, o corpo docente deverá ter, obrigatoriamente, uma composição diferente do que é praticado atualmente. O novo marco regulatório exige que 75% do corpo docente do curso em questão seja formado por mestres e doutores, enquanto os demais 25% sejam preenchidos por profissionais com, no mínimo, um título de especialista na área que irão lecionar.

– O certificado deverá seguir novas regras de emissão

A partir da nova regra de que só serão oferecidos cursos de pós-graduação por instituições de ensino que sejam credenciadas ao Ministério da Educação, os certificados de conclusão e os diplomas só poderão ser emitidos por tais instituições.

Os cursos concedidos por escolas que não sejam credenciadas serão considerados como cursos livres, de forma que não possam emitir certificados e diplomas equivalentes ao nível de pós-graduação e especialização.

– O TCC não é mais obrigatório nos casos de pós-graduação lato sensu

Uma importante mudança apresentada pelo marco regulatório é o fato de que o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) não é mais obrigatório quando se trata de casos em que o curso é uma pós-graduação lato sensu. Assim, os estudantes não precisam mais realizar um TCC para conquistarem a certificação de especialização.

A sua Instituição de Ensino Superior está preparada para as mudanças do novo marco regulatório de pós-graduação? Deixe a sua resposta nos comentários! Conte sempre com o Sponte, seu Software de Gestão Educacional.

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