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Programação Neurolinguística: o que é e como aplicar em sua escola

Uma pessoa pode utilizar diferentes métodos com o objetivo de ter um excelente desempenho em sua aprendizagem. Uma dessas maneiras é a Programação Neurolinguística (PNL), a qual representa técnicas utilizadas para a reestruturar a mente do indivíduo, refletindo em seu comportamento a fim de conquistar melhores resultados.

Neste artigo, você vai descobrir o que é a Programação Neurolinguística e como a sua escola pode aplicar essa técnica no dia a dia da sala de aula, auxiliando as crianças e os jovens a aprenderem de uma maneira melhor.

Entenda o que é Programação Neurolinguística

A Programação Neurolinguística foi desenvolvida na década de 1970 na Califórnia, Estados Unidos, por dois estudiosos de diferentes áreas: Richard Bandlet (psicólogo) e John Grinder (linguista). Eles buscavam descobrir o que faz com que uma pessoa tenha êxito em determinada atividade com base na identificação de possíveis padrões internos – pensamentos e sentimentos – e externos – comportamentos e linguagens verbais, isto é, os modelos mentais do indivíduo.

A partir disso, é possível utilizar essa metodologia com o objetivo de realizar algo como uma “reprogramação” no cérebro e uma ressignificação de atitudes, de forma que determinados comportamentos sejam desenvolvidos a fim de melhorar o desempenho em uma determinada tarefa.

Essa prática apresenta diversos benefícios quando aplicada corretamente. Entre esses benefícios estão o maior controle emocional e de pensamentos, identificação de comportamentos negativos que estão internalizados e correção destes, fortalecimento de autoestima, desenvolvimento de práticas para resolução de conflitos, eliminação de vícios negativos, aprimoramento de comportamentos em relacionamentos, entre outros.

Saiba como aplicar essa prática em sua escola

Com o objetivo de aprimorar a experiência educacional tanto do aluno quanto do professor, a Programação Neurolinguística pode ser aplicada em sua escola por diversas práticas. Com essa metodologia, os alunos poderão potencializar seu aprendizado e os professores terão as práticas ideais para otimizar o que é ensinado em sala de aula. Confira a seguir.

– Utilizar a técnica de exercícios de respiração com os alunos

É comum encontrar turmas bastante agitadas e sem concentração para prestarem atenção no que o professor está ensinado. Para isso, é recomendável utilizar a técnica de exercícios de respiração com os alunos, uma das principais práticas da Programação Neurolinguística. Trabalhando a respiração, os estudantes poderão se acalmar e conseguir aumentar o foco para os estudos.

– Implemente o rapport

O rapport é uma técnica da Programação Neurolinguística que auxilia na melhoria da relação entre duas pessoas, sendo bastante utilizada a empatia entre ambas. Com essa técnica, o professor pode buscar entender o que motiva seus estudantes e conhecer com mais propriedade suas perspectivas pessoais. Essa prática possibilita que o professor estabeleça um melhor relacionamento e aproximação com os alunos, de forma que eles sejam mais participativos e engajados com o que é ensinado.

– Faça uso de metáforas

As metáforas são bastante conhecidas por facilitar a ilustração de exemplos práticos. Segundo as práticas de Programação Neurolinguística, a técnica de metáfora possibilita que o professor utilize histórias e contos que causem impactos nos alunos, como identificação com a narrativa, ensinamento de lições morais, mudanças de atitudes, entre outras.

Em sua escola são utilizadas as práticas de Programação Neurolinguística? Compartilhe a sua experiência com a gente! Conte sempre com o Sponte, seu Software de Gestão Educacional.

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