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Aprimorar a comunicação mesmo com pais menos tecnológicos

Atualmente, qualquer modelo de negócio precisa estar atento a utilização de novas tecnologias. Isso porque, boa parte dos consumidores são super conectados. No entanto, não podemos nos esquecer que a outra parte costuma não ter qualquer familiaridade com ela.

E agora, o que fazer?

Escolas e instituições de ensino enfrentam alguns problemas quanto a isso. Os alunos, de uma outra geração, já nasceram conectados e costumam ter maior familiaridade com esses meios. Já os pais enfrentam problemas com sua utilização.

É papel da escola modernizar essa comunicação, no entanto será preciso desenvolver metodologias que englobem, até mesmo, os pais menos tecnológicos.

A Sponte tem sempre uma grande preocupação com essa questão, pois achamos fundamental que a escola estabeleça uma comunicação assertiva entre todos, mas também reconhecemos as barreiras e a importância de ultrapassá-las!

O que vemos são muitos gestores paralisados entre a vontade de modernizar a comunicação e as dúvidas de como fazer isso!

Você já pensou em um aplicativo que seja capaz de integrar tudo isso?

Certamente, 90% dos pais utilizam o Whatsapp, não é mesmo? Então, se eles foram capazes de utilizar esse aplicativo, certamente, serão capazes de utilizar o seu, se for feito pensando neles.

Pensamos então em ajudar você com isso, pois acreditamos que modernizar essa comunicação não significa excluir quem não entende nada de tecnologia. Ao contrário, ela deve englobar um número maior de pessoas.

Vamos te dar algumas dicas para abordar e aplicar tudo isso! Venha!

Ponto 1 – Apresente a tecnologia como aliada

Tudo que é novo em nossas vidas assusta, então pode ser que muitos pais vejam essa nova forma de comunicação como algo “complicado demais” para eles. Cabe a você, como escola, mostrar que não é assim!

Organize reuniões para debater o assunto, crie campanhas para mostrar que algo novo será lançado e se for preciso, separe alguns dias para ensinar esses pais como usar as novas ferramentas.

Sabe uma outra estratégia que funciona muito bem? Contar com a ajuda dos alunos!

Apresente para eles o programa ou o aplicativo em sala de aula. Mostre as vantagens e os benefícios pedindo que eles ensinem aos pais como usar. Quando a atitude vem deles, o aceite por parte dos responsáveis acontece de uma forma muito mais aberta.

Deixe sempre muito claro que a função é tornar aquilo um facilitador de comunicação para deixar o canal entre escola/pais mais fluido e aberto. No entanto, pontue que sua utilização não substitui a presença em reuniões ou no dia a dia do aluno.

Muitos pais vão ter dificuldade de utilização em um primeiro momento e isso é bastante normal. Talvez, alguns cheguem a pensar que você está querendo burocratizar tudo, essa barreira pode ser quebrada com o ensinamento de uso.

Imagine que bacana seria controlar a nota de seus filhos de um aplicativo? Ou então, o seu dia na escola, verificando as atividades que ele desenvolveu e podendo conversar com ele em casa?

Ressalte as vantagens e mostre como é incrível essa utilização!

Ponto 2 – Ensine como usar

Como dissemos anteriormente, se você simplesmente criar um aplicativo e disser ao pais que a partir daquele momento, tudo será feito por ali, prepare-se para uma avalanche de reclamações!

Assim como você faz com seus alunos, dê suporte aos pais, ensinando o passo a passo de como usar. Não adianta divulgar o aplicativo, sem enviar um material completo para ajudar os pais em sua utilização. É preciso sempre ter em mente que eles não estão familiarizados com essas novas tecnologias. Alguns podem até ser mais conectados, porém outros não.

Um dos jeitos mais simples é enviar uma cartilha completa de hoje, uma daquelas básicas mesmo, sabe? Ensinando como baixar, como instalar, as principais funções, os atalhos… Tudo mesmo, como um manual de instruções.

Após isso, você pode marcar reuniões para ensinar mesmo como usar. Deixe bem claro que essa convocação é para explicar o uso do zero, assim pais que não sabem nada, não se sentirão envergonhados a comparecer!

Ponto 3 – Crie pensando nos pais

Parece meio óbvio dizer, mas ao começar a elaborar um aplicativo pense nos pais e não nos alunos. Isso porque, em sala de aula você já tem uma conexão direta com cada um deles e com os pais já não.

Pense em facilitar o uso, em atrair o interesse e fazer com que eles, realmente, vejam aquela ferramenta como um facilitador e não apenas algo que veio para complicar o seu dia a dia.

Não precisa ser nada muito complexo, mas temos que pensar que boa parcela dos pais, talvez, não tenham apenas IPhones, por exemplo, e nem celulares de última geração. Na verdade, pode acontecer de boa parte deles preferirem mexer via computador, então seria legal criar uma versão para telas maiores.

O importante é ter em mente que os pais são o foco dessa comunicação, então nada de complicar processos!

Ponto 4 – Chame-os para participar da criação

É importante que você conte com a ajuda dos pais para a criação desse aplicativo. Então, escute-os e veja o que eles acham que é fundamental para as funções.

Pode ser que você demore um pouco mais para alinhar todas as ideias, no entanto com a ajuda deles e contendo as funções vitais para eles, talvez o aceite de utilização seja muito maior, não acha?

Você pode, por exemplo, expor a ideia da criação de um aplicativo em uma reunião de pais e mestres, questionando sobre o que eles acham do assunto e até mesmo a visão deles sobre essa modernização.

É possível também, se antecipar sobre as principais dificuldades e com isso, quebrar essa barreira muito antes!

A modernização da comunicação é fundamental para obtenção de bons resultados, mas não ainda impor essa questão. Na verdade, ela precisa ser aceita, entende?

Precisando de ajuda com isso, não hesite em contar com a Sponte!

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