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Autismo: como lidar com essa importante questão nas escolas

Uma escola recebe crianças e jovens com as mais diversas características e personalidades. Assim, é preciso que a equipe pedagógica esteja preparada para atender às necessidades de todos os seus alunos, como àqueles com o Transtorno do Espectro Autista, sabendo como trabalhar essa inclusão. A sua escola sabe como lidar com essa importante questão?

Continue acompanhando este artigo e saiba como a sua escola pode estar ainda mais preparada para atender às necessidades de todos seus alunos.

Como lidar com o Transtorno do Espectro Autista nas escolas

Especialistas dizem que as práticas pedagógicas podem ajudar a minimizar as dificuldades de desenvolvimento, linguagem, comunicação e comportamento das crianças que possuem esse transtorno. No entanto, a equipe pedagógica deve observar cada criança individualmente com o intuito de saber o que atende melhor às suas necessidades específicas.

Além disso, a escola não pode considerar o aluno com Transtorno do Espectro Autista como um desafio ou um obstáculo, mas como uma oportunidade de garantir que esse estudante consiga se adaptar e se desenvolver ainda melhor. Confira a seguir quais são as principais práticas que a sua escola pode implementar e aprimorar o bem-estar das crianças e dos jovens com autismo.

1. Trabalhe a inclusão e a adaptação do estudante

É muito importante que o estudante com autismo se sinta confortável no ambiente escolar. Para isso, o corpo docente precisa desenvolver práticas que trabalhem a sua inclusão em relação aos colegas de turma e sua adaptação nos espaços da escola. Com foco no bem-estar do aluno com TEA, é recomendável que sua introdução ao ambiente escolar seja feita aos poucos para que ele possa se acostumar com os espaços, pessoas e rotina.

2. Faça adaptações na prática pedagógica

Como o diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista costuma ser semelhante ao diagnóstico de deficiências de aprendizado, é comum que essas questões sejam confundidas. É fundamental que a equipe pedagógica faça o acompanhamento de cada aluno para observar comportamentos que possam indicar autismo.

Em seguida, especialistas recomendam que sejam feitas adaptações na prática pedagógica, sendo uma maneira de lidar com o autismo nas escolas e melhorar a experiência desse aluno no ambiente escolar. Por exemplo, o professor pode aumentar a dificuldade de uma mesma atividade gradativamente e investir em assuntos que são da preferência do estudante em questão.

3. Estabeleça um relacionamento de parceria com a família

Com o objetivo de garantir o bom desenvolvimento do estudante com autismo, a escola precisa estabelecer um relacionamento de parceira com os pais ou responsáveis do aluno. Essa é uma importante prática para lidar com essa questão, já que essa relação de cooperação possibilita que ambas as partes conheçam melhor as preferências e as dificuldades do estudante.

4. Possibilite que a relação entre aluno e professor seja de confiança

Outro relacionamento importante para o aluno com Transtorno do Espectro Autista é a sua relação com seu professor. Esse profissional precisa transmitir uma sensação de segurança e conforto para que o estudante possa se sentir bem em sala de aula e durante as atividades. Para isso, o professor precisa conquistar a confiança do aluno com autismo através de conversas e de práticas que demonstrem seu apoio.

Como a sua escola trabalha com alunos com autismo? Compartilhe a sua experiência conosco! Conte sempre com o Sponte, seu Software de Gestão Educacional.

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